quarta-feira, 7 de abril de 2010

Jornalismo ainda vale a pena?

Hoje se comemora o Dia do Jornalista. Não haverá foguetes, festejos ou sessões especiais no Legislativo porque, tradicionalmente, nossa data transcorre com a discrição devida e entendida pelo próprio jornalismo.

Mas o dia de hoje pode ser transformado em mais um momento para avaliação, tendo por base a questão-título desta nota. Jornalismo ainda vale a pena? É uma dúvida que se revela a cada dia entre os recém formados e os estudantes de jornalismo. Não bastasse a exploração monetária, ainda fomos golpeados com o famigerado processo que acabou por desobrigar o diploma de jornalismo para o exercício da profissão.

Embora estejamos lutando pela recuperação da garantia de formação profissional, engajados numa campanha nacional liderada pela Fenaj, nossa postura profissional está acima. Temos uma profissão qualificada como poucas e que nos exige intensa dedicação, conhecimento e ética para o pleno exercício do jornalismo. Somos testemunhas oculares e estamos escrevendo a própria história, a cada instante, a cada dia. E a história por vezes se apresenta por linhas tortas – veja o referido processo do diploma – e nem sequer consegue a unanimidade entre os envolvidos, tanto que muitos profissionais se revelam favoráveis ao fim do diploma.

Pois aqui também está a mágica do jornalismo. Por vezes, ver-se envolvido diretamente na história, e ter a qualificação para dar continuidade à sua missão.

Contudo, uma certeza de que a qualidade do profissional se sobressai entre os mandos e desmandos impostos pelo poder. O jornalismo puro tem continuidade, cada dia mais firme e forte, perante os sistemas de comunicação atuais e como elemento de composição nas novas tecnologias que estão surgindo e se expandindo.

Sejamos jornalistas de fato, sem esquecer o papel do jornalista de direito e que a nossa unidade será o único caminho das nossas conquistas coletivas.

Parabéns Jornalista, pelo seu dia.

FONTE/CRÉDITOS:
SITE SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO RS

Publicado por Assessoria de Imprensa às 00:10

http://www.jornalistas-rs.org.br/

sábado, 20 de março de 2010

Fotografia de Moda


O artigo Fotografia de Moda foi apresentado na Disciplina de Fotojornalismo no Curso de Comunicação Social Habilitação Jornalismo. Tendo por objetivo mostrar para as pessoas que tem o interesse de entrar no segmento da fotografia de moda que é no mínimo preciso saber a essência desse mundo de tantos desfiles, inclusive os desfiles de Ego, que é a principal ferramenta da moda. Um quer ser melhor que o outro, desde modelos a estilistas como também maquiadores e cabeleireiros, ou seja, o fotógrafo também tem que ser. Embora fique do lado de fora da passarela, para se destacar é preciso desfilar muita qualidade, conhecimento e criatividade. Além dos desfiles, pode-se fazer fotos de catálogos, lançamentos de novas grifes e tendências, editoriais de revistas e até anúncios, embora anúncios, as fotos são de moda, não publicidade. O profissional fotógrafo de moda deve estar preparado para atuar tanto nos estúdios quanto nas paisagens externas. É necessário que ele tenha domínio sobre técnicas de luz interna e exterior, mas sobretudo, precisa ter latente a vocação para coordenar as modelos. É fundamental que o fotógrafo saiba interagir com elas, tenha esse feeling no momento da produção, despertando nelas um grau adequado de sensualidade. É importante que o profissional saiba traduzir em imagens as ideias que norteiam uma determinada campanha, adaptando cada peça escolhida aos diferentes veículos em que serão promovidas. Esta tarefa demanda do profissional um espírito sensível, desvelo estético e o poder de traçar planos de divulgação, fora o amplo conhecimento da tecnologia capaz de concretizar este trabalho. Novos nomes despontam o tempo todo nessa área, enquanto o campo de trabalho não cessa de crescer, atraindo os profissionais muitas vezes por seu apelativo glamour. Dificilmente o fotógrafo ganha dinheiro com a moda rapidamente, é necessário construir um nome, ficar bem conceituado fazendo com que os trabalhos comecem a aparecer. Algumas modelos chatas, desfiles demorados, estilistas insuportáveis, maquiadores e cabeleireiros achando-se melhores que o fotógrafo, e a grande estrela Ego desfilando no alto da passarela, se tudo isso atrai você, sinta-se pronto para assistir e participar desse mundo.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

BRASIL MISÉRIA

Dos flagelos sociais reinantes no mundo atual, o pior deles é a fome. Há quem consiga sobreviver sem tudo, menos sem alimento.

Um ser humano pode suportar muitos dias sem comer, porém um dia ele sucumbirá. O alimento é para o nosso organismo, o que a fé é para o nosso espírito. Se não tivermos fé, o espírito perece.

No Brasil, país rico em solos, recursos hídricos e diversidade climática, há fome. É triste assistir os telejornais mostrando regiões pobres do nosso país. Pessoas idosas doentes, inválidas, muitas vezes já em conseqüência da desnutrição. Mulheres esquálidas vestidas em farrapos, cuidando de vários filhos, sem condições sociais nenhuma. Crianças desnutridas, seres inocentes doentes e excluídos do mundo encantado dos brinquedos e da infância.

Ver numa região miserável do Brasil, observando aquelas casas construídas com varas, barro e piso de chão batido; aquelas pessoas vivendo num mundo inóspito, sem os confortos do mundo atual, como meios de comunicação, lazer e alimentos, seria um bom exercício mental para alguns brasileiros capitalistas, orgulhosos e individualistas.

É revoltante observarmos esse cenário nesse Brasil Rico-Pobre. E mais revoltante ainda, é sabermos que tudo isso é culpa de uma minoria: Políticos desonestos, mafiosos e oportunistas, empresários escravisadores e ambiciosos, proprietários de grandes patrimônios que só pensam em si próprios. Essa é a grande fábrica da miséria e do flagelo social da nossa nação. A chaga cancerosa do grande sobre o pequeno. O abismo insondável que separa dois mundos.

É triste fazer comentários sobre tais fatos. É triste, também, saber que deixaremos de existir, convivendo ainda com esse quadro.

Mas de todas essas tristezas, a mais triste é sabermos que morrem crianças de fome no Brasil.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

MANUAL DE ETIQUETA SUSTENTÁVEL

120 IDEIAS PARA ENFRENTAR O AQUECIMENTO GLOBAL E OUTROS DESAFIOS DA ATUALIDADE.

O JOGO MUDOU
Ecologia deixou de ser um assunto restrito a
entusiastas e cientistas. O tema muitas vezes
visto como árduo, no passado, agora ocupa as
manchetes de jornais e, até, as colunas sociais.

O que era chato ficou chique. Empresas,
mídia, governos, bancos, astros de Hollywood
e do Brasil passaram a discutir – com urgência –
como fazer para salvar o homem do aquecimento
global e melhorar a qualidade de vida na Terra.
A noção de sustentabilidade – desenvolvimento que
não compromete o futuro – começa a ganhar as ruas.

O movimento Planeta Sustentável
faz parte dessa corrente que pretende amenizar
nosso impacto sobre o ambiente e tornar
a convivência social cada vez mais civilizada.
Este manual quer provar como é possível
promover pequenos gestos que conduzirão
a grandes mudanças se forem adotados por
todos nós. Um bom começo é praticar os
“três erres”: reduzir, reutilizar e reciclar.

As dicas e informações que você vai ler ao CLICAR NO LINK ABAIXO,
podem ser aplicadas no dia-a-dia agora mesmo,
em sua própria casa, no trabalho, circulando
pelas ruas e em sua vida pessoal.
A luta pela sustentabilidade será vencida em
diversas frentes – que vão da tecnologia à política.
Mas em todas elas será preciso promover a mudança
de hábitos pessoais. Este manual ensina como começar a modificar os seus. É preciso fazer algo. E devemos fazer já.

click AQUI:
http://planetasustentavel.abril.com.br/manual/index.php


FONTE: SITE PLANETA SUSTENTÁVEL

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Insensatez

Já não se encontram mais pessoas sensatas por aí. Já não se sabe, ao menos, o que essa palavra quer dizer. Aquele que sofre com a insensatez do outro age inconseqüentemente igual devido a decisões não-nobres, impensadas e a conclusões mal-estruturadas. É muito comum ver negros maldizendo homossexuais, que em nada bendizem dos gordos, que excomungam mulheres, que difamam homens, que, por serem brancos ou pseudobrancos, se dizem melhores que os negros que maldizem os homossexuais...

É um ciclo vicioso infindo e insensato. Quem tem razão nisso tudo? O negro macho que não atura homossexual? O branco que não é tão viril e dotado como o negro, mas é superior a ele porque não foi escravo? O gordo que é homem e, não, pederasta ou negro, e vale lembrar: (graças a Deus) também não é mulher? Ou as mulheres que não são aberrações como os gays nem como os gordos e não são, tampouco, homens (que, a saber, nenhum presta.)?

Onde está a razão disso tudo?

Isso é resultado do meio, das más influências. Mas, também, há uma pitada de mau-senso, mau-gosto, de mau-instinto, de maldade propriamente dita. Ninguém quer perder, ninguém quer ter o seu depredado. O feio é sempre o outro, aquele que é mais pobre que eu, que não tem o cabelo bom como o meu, cuja pele não é como a minha. Seria isso uma espécie de defesa? Talvez, mas uma defesa inconseqüente, que não pensa no outro como um ser igual. As pessoas se defendem atacando o outro. É o eu pelo eu, e o resto que se dane! O que fizeram a mim seja lá em que circunstância tenha sido, tenho que passar ao próximo. É a lei do mais forte, em que sobrevive aquele que puder pisar o outro, humilhar, mostrar que é melhor. E a raça humana vai se sujando com a discriminação e um senso errôneo de superioridade e vai se mostrando desumana, irracional.

Quem ganha com isso? Não se sabe. Mas quem perde por certo é o bom-senso.

As pessoas já não se importam em amar. Tudo está banalizado. As nossas crianças já chegam ao mundo rodeadas de preceitos, conceitos e preconceitos. Ciclo vicioso é preocupante, todavia ninguém percebe o quanto. A sociedade tem estado doente. A cura para essa doença está na sensatez que cada um deve e pode ter. Porém, parece que os vírus do preconceito e da discriminação estão em permanente mutação e a vacina não faz efeito e vai sendo deixada de lado. Enquanto alguns tentam conscientizar as novas gerações de que somos iguais; outros pregam o contrário com atos, falas e pensamentos, e isso se impregna nelas e vai piorando, piorando, piorando e piorando. E nossas crianças vão se ver no direito de não querer entrar no transporte escolar, porque não querem sentar-se ao lado daquele negrinho, daquele índio ou daquele nordestino; nem meu filho pode se misturar ao coleguinha que tem Aids, ao que é deficiente físico ou ao que tem síndrome de Down, porque, sei lá, pode ser contagioso; aquela criança faz sozinho o trabalho que deveria ser feito em equipe, porque não é tão inteligente quanto A e B; Aquele não entra aqui ou ali devido a estar mal-vestido ou a ser pobre; ou, mais absurdamente, essas pessoas devem morrer por se declararem ateus, agnósticos ou de uma religião qualquer que desagrade ao outro. Até que, um dia, vamos acordar para o mundo nefasto e inabitável que estamos criando e nos perguntar qual foi o erro disso tudo. E a resposta será: a nossa INSENSATEZ.

Cuidado! Pessoa Mascarada

Existem pessoas mascaradas em qualquer lugar e todos nós sabemos disso. Mas quando as pessoas mascaradas nos envolvem com suas palavras acolhedoras, gentis e contagiantes não percebemos seu verdadeiro intuito e, sem notar, estamos envolvidos num jogo de situações que não estavam planejadas e, muito menos, desejadas. Sempre acreditamos que estamos imunes a acontecimentos como estes. Isso não é real! E esta dificuldade de visão transparente acaba dificultando construir a armadura necessária que usaríamos para não sermos prejudicados. Certamente as dificuldades servem de alicerce para o amadurecimento, mas se temos conhecimento e certeza da existência de pessoas mascaradas por que nos permitimos tal agressão? Para o amadurecimento? Certamente, não! Deixamos-nos levar por situações, pois na verdade acreditamos sempre que as coisas darão certo. É à força do pensamento, então, que acaba nos prejudicando? Certamente, não! A necessidade do ser humano de aceitação é o grande vilão.

Desde a adolescência almejamos a aceitação social, seja no grupo de amigos da escola, no grupo de amigos da rua, ou no grupo de amigos da “balada”. No inicio da fase adulta, desejamos ser aceitos no emprego e reconhecido na faculdade por professores e, digamos até com certa inveja daqueles que o são, idolatrados por colegas.
Em momento de impulsividade a razão é esquecida e isto dificulta nossa visão real da verdadeira faceta de uma pessoa mascarada, bem como as conseqüências das atitudes tomadas em tais momentos. Percebam que a necessidade de aceitação é tão grande, que mesmo quando outras pessoas tentam nos alertar e, procuram desta forma ajudar para evitar o inevitável, não estamos predispostos a ouvir, a acreditar. Isto acontece na vida do ser humano desde relações amorosas, profissionais, até as familiares. E não permitir-se ouvir o posicionamento de outras pessoas perante uma situação, pela perversa necessidade de aceitação, resultam em sofrimento, raiva e indignação. Sofrimento porque não é fácil aceitar os fatos quando uma pessoa mascarada deixa cair à máscara. Primeiro era a necessidade de aceitação do outro no qual acreditávamos, mas agora e pior, vem a aceitação de si próprio.

O que antes não estava claro, agora que está, fica escuro, triste e dolorido. A raiva vem de si próprio, de refletir como foi possível deixar tudo acontecer. Não raiva do outro, do mascarado, pois, na verdade, os mascarados são dignos, apenas, de pena. Por fim, vem a nossa indignação perante o outro. De como uma pessoa pode conseguir ficar em paz e tranqüila usando uma mascara, sempre. Indignação com o ser humano e o quanto ele é cruel quando deseja ser.

A crueldade, sendo bem otimista, muitas vezes é até inconsciente, sem reflexão sobre as conseqüências. A razão por suas atitudes sempre são justificadas, mas nem sempre satisfatória para ambas as partes envolvidas. Mas a maior indignação vem quando a pessoa mascarada, mesmo reconhecendo suas atitudes, mantém atitudes ainda piores, tais como: o silêncio, a falta de diálogo e a falta de satisfação. Mas, ainda pior, é a mentira. Mentir para o mascarado é, certamente, muito fácil, pois o faz com maestria antes, durante e depois de ser descoberto.
Todos nós ou convivemos com uma pessoa mascarada, mas em certo momento esta mascara irá cair. As pessoas prejudicadas levarão um tempo para se reerguer, mas, quando conseguirem, estarão mais amadurecidas e habilidosas em conviver com esta ardilosa estratégia que o homem possui de esconder-se, pois se mostrar sua verdadeira face ninguém se aproximaria.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Você está pronto para recomeçar?

O caminho está a tua espera, pé na estrada, coloque um sonho na alma, fé no coração e esperança na mochila, a vida se enche de novidades para os que se aventuram na viagem que conduz a verdadeira liberdade.




:D